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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Cursos de Cabos começam no próximo dia 24/10

Em primeira mão. A Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) acaba de obter informações de que a nova turma do Curso de Cabos terá as aulas iniciadas no próximo dia 24/10. Como já foi anunciado pela ACS – PE, os cursos agora são descentralizados, favorecendo aos policiais militares que moram no Interior do Estado. Os oficiais responsáveis pelas aulas passaram por um processo de seleção. A Secretaria de Defesa Social (SDS) foi quem selecionou os instrutores e por isso a demora do início dos cursos.

Por: Paula Costa | Jornalista


Fonte:http://www.acspe.com.br/v1/paginas/noticias_ver.php?codigo=000999

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O Conselho Municipal de Saúde de Camaragibe esteve presente na conferencia estadual de saúde nos dias 09, 10 e 11. Onde contribuiu com propostas para melhoria no atendimento no SUS.

sábado, 8 de outubro de 2011

Brasil é terceiro em ranking de homicídios na América do Sul

O Brasil detém o terceiro maior índice de homicídios na América do Sul, atrás da Venezuela e da Colômbia, segundo um relatório da Agência da ONU para Drogas e Crime divulgado nesta quinta-feira.

A agência afirma que houve no Brasil 43.909 homicídios em 2009 (ano mais recente para o qual há estatísticas), fazendo com que o País tenha uma taxa de 22,7 homicídios por 100 mil habitantes.

Na América do Sul, o índice só é inferior ao da Venezuela (49 por 100 mil) e ao da Colômbia (33,4). O Brasil é seguido no ranking por Guiana (18,4), Equador (18,2) e Guiana Francesa (14,6). Já os países com as menores taxas de homicídios na região são Chile (3,7), Peru (5,2), Argentina (5,7) e Uruguai (6,1).

O relatório revela ainda que, na contramão da maioria dos países da Ásia, Europa e América do Norte, que desde 1995 vêm registrando uma redução nas taxas de homicídio, a América Central e o Caribe têm verificado um aumento nesses índices e hoje se aproximam de um cenário de "crise".

Nos últimos cinco anos, segundo a agência, as taxas de homicídios cresceram em cinco dos oito países centro-americanos, sendo que em algumas nações elas mais do que dobraram.

O relatório atribui o aumento a flutuações no tráfico de cocaína na região e à competição entre grupos rivais de traficantes, particularmente quando há queda no fluxo de drogas.

"Para impor sua autoridade, marcar território ou desafiar autoridades, grupos criminosos organizados também usam violência letal indiscriminada que pode não ser atribuída diretamente ao tráfico de drogas, mas resultou, nos últimos anos, no assassinato de numerosos representantes do Estado, funcionários eleitos e agentes de segurança, assim como membros gerais do público", diz a agência.

Conflitos armados

Os maiores índices de homicídio na América Central e no Caribe foram registrados em Honduras (82,1), El Salvador (66), Jamaica (52,1) e Belize (41,7).

O México, palco de numerosos assassinatos relacionados ao narcotráfico nos últimos anos, ostenta índice bastante inferior aos desses vizinhos, de 18,1 mortes por 100 mil habitantes. Isso ocorre porque, ainda que as taxas de homicídios sejam especialmente elevadas no norte do país, em outras regiões elas são bem mais baixas.

Os índices de homicídios na América Central são bastante superiores aos de países que vivenciam ou vivenciaram conflitos armados ou catástrofes naturais recentemente, como Haiti (6,9), Iraque (2) e Afeganistão (2,4).

O estudo afirma, no entanto, que a falta de dados históricos sobre homicídios no Afeganistão e no Iraque impede que se descubra se há tendência de aumento ou redução dos índices nesses países.

Já o sul e oeste da Europa concentram algumas das taxas mais baixas de homicídio do mundo, com destaque para Mônaco (0 morte por 100 mil), Áustria (0,5) e Eslovênia (0,6).
JOÃO FELLET Da BBC Brasil


Fonte: Do Blog Capitão Assumção
http://www.capitaoassumcao.com/2011/10/brasil-e-terceiro-em-ranking-de.html

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Comissão aprova regulamentação de aposentadoria especial de servidor
Arquivo/ Reinaldo Ferrigno
Manuela D·Ávila
Manuela acrescentou os períodos de licença médica na contagem de tempo.
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou na quarta-feira (5) proposta que regulamenta a aposentadoria especial do servidor público que trabalha em atividades de risco à saúde ou à integridade física.
O texto foi aprovado na forma do substitutivo da deputada Manuela d´Ávila (PCdoB-RS) ao Projeto de Lei Complementar 555/10, do Executivo. Essa proposta tramita apensada ao PLP 472/09, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que foi rejeitado.
A proposta aprovada exige que o servidor tenha exercido a atividade de risco por, no mínimo, 25 anos. Já a proposta do deputado Arnaldo Faria de Sá cria faixas de 15, 20 e 25 anos, dependendo do grau de risco da atividade.
Instrução normativa
Em julho de 2010, o Ministério da Previdência publicou instrução normativa idêntica ao conteúdo do projeto do Executivo, que, se aprovado, transformará essas regras em lei, possivelmente com alterações.
O substitutivo acrescenta o período em que o servidor estiver em licença médica para tratamento de saúde entre aqueles que o profissional pode incluir no seu tempo de atividade, desde que estivesse exercendo a atividade no início de seu afastamento.
Os períodos citados na proposta do governo (férias; licença por acidente em serviço ou doença profissional; licença gestante, adotante e paternidade; ausência por doação de sangue, alistamento como eleitor, participação em júri, casamento e morte de pessoa da família; e desolocamento para nova sede) foram mantidos no texto aprovado.
“A lacuna do texto [do governo] deve ser corrigida, de forma análoga ao Regime Geral de Previdência, reconhecendo a continuidade da contribuição social por parte do servidor, ainda que afastado das atividades especiais”, justificou a deputada. “Vale lembrar que essa hipótese, para todos os demais fins, exceto no que diz respeito à percepção de vantagens remuneratórias, é equiparada à efetiva prestação do serviço”, acrescentou.
O substitutivo também permite o cômputo proporcional do tempo considerado especial quando agregado a tempo de serviço de outra natureza.
Tramitação
As propostas ainda serão analisadas pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirão para o Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Rodrigo Bittar
Edição - Wilson Silveira

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'



Publicado no Blog de Adeilton 9599
http://adeilton9599.blogspot.com/2011/10/e-melhor-se-aposentar-agora-do-que.html

ACS – PE quer mais vagas para o Curso de Cabos

Mais uma formatura de Cabos. A Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) marcou presença através dos diretores José Carlos dos Santos e José Amaral, juntamente com os representantes de Base, Murilo e Serpa, estiveram presentes no evento que reuniu centenas de pessoas na sede do Cemet, no Curado. Essa cerimônia aconteceu no dia 28/09 e contou com a presença de muitos policiais e bombeiros militares do Interior de Pernambuco, tornando o momento mais do que especial.

A ACS – PE agora quer garantir que novas turmas do Curso de Cabos sejam formadas. Em seu discurso na ocasião, o secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, destacou que mais de 4 mil cabos foram formados nos últimos anos. No entanto, ele pareceu esquecer que muitos já foram para a Reserva e, portanto, novas vagas já são realidade. As promoções devem continuar.

Por: Paula Costa | Jornalista
Fonte: ACS-PE
http://www.acspe.com.br/v1/paginas/noticias_ver.php?codigo=000998

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Camaragibe: crônica de uma saúde decadente

POSTADO ÀS 18:05 EM 06 DE Outubro DE 2011

Por Fernando Henrique Cabral, especial para o Blog de Jamildo

Nós que fazemos o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) reforçamos as denúncias feitas no JC (edição de 04/09/11) feitas pelos representantes do Conselho Municipal de Saúde e do Sindicato dos Servidores Municipais de Camaragibe. É lastimável o descaso da Prefeitura com a saúde do município. Além das precárias condições de trabalho, espalhadas por toda a rede de saúde, há falta de medicações, insumos e materiais para o correto atendimento médico à população. As ambulâncias sucateadas são também utilizadas para outros fins que não transporte de pacientes. Faltam médicos e outros profissionais de saúde.

O Simepe ao lado de um grupo de médicos do município tentou durante todo o ano de 2010 negociar com a gestão municipal melhorias em toda a rede de saúde, inclusive com denúncias formais ao Ministério Público Estadual (MPPE) e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). Porém, apesar de todo o empenho, esbarramos na truculência, arrogância e insensatez do prefeito do município, João Lemos, que é médico. O município de Camaragibe que na época possuía aproximadamente 140 médicos, número esse já defasado, passou a contar com um quantitativo menor de profissionais médicos, pois não restou outra alternativa aos colegas que não pedir demissão dos cargos.

Médicos do raro concurso público feito no município, pediram exoneração de seus vínculos, eram profissionais com quase 15 anos de casa.

Vale ressaltar que o município de Camaragibe, em tempos passados, foi modelo de saúde. Atualmente vive o caos na saúde, com todos os exemplos do que não deve ser feito. Lamentamos profundamente que o prefeito assim como a secretária de Saúde, que são médicos por formação, tenham permitido que a saúde do município tenha chegado a essa triste realidade, pois médico de verdade cuida da saúde do povo.

Fernando Henrique Cabral é nefrologista infantil e diretor do Simepe



Do Blog de Jamildo

Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/10/06/camaragibe_cronica_de_uma_saude_decadente_115093.php

CAOS NA SAÚDE DE CAMARAGIBE-PE

Postos de saúde sem médicos e remédios
CAMARAGIBE Moradores denunciam que madrugam na fila para marcar exames e consultas nas Unidades de Saúde da Família e que retornam para casa sem conseguir atendimento
Três horas da madrugada e as filas nas 40 Unidades de Saúde da Família (USF) de Camaragibe, no Grande Recife, começam a se formar. Depois de muita espera para agendar exame ou consulta, a volta para casa de quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade é frustrante.

Faltam médicos, remédios, material para fazer curativos e os funcionários se veem obrigados a comprar os produtos de limpeza dos postos. Profissionais que atuam nas unidades tentam denunciar o desamparo, mas afirmam que pedir solução ao Executivo municipal é como falar com as paredes.

A desatenção com o atendimento básico se reflete na vida da população que não tem condições financeiras para pedir socorro em unidades particulares de saúde. Quem consegue juntar dinheiro para ser atendido com mais respeito, faz de tudo para passar longe dos postos da cidade.

Vizinha da unidade de Nazaré-Inabi, no bairro de Jardim Primavera, a aposentada Euridice Coelho, 79 anos, desistiu de procurar o posto. “Quando preciso de ajuda médica, recorro ao dinheiro que já tenho guardado para emergências. Vou de táxi para San Martin (Zona Oeste do Recife) e pago pelo atendimento de uma unidade particular”, afirma.

A dona de casa Rosilene Cabral de Oliveira, 63 anos, diz que desde junho procura atendimento no posto de saúde de Nazaré para conseguir fazer uma ultrassom. “Chego na fila de madrugada e não consigo ser atendida. Sou hipertensa e tenho a glicose alta. Os medicamentos nem sempre chegam, principalmente o enalapril, que vive faltando”, conta.

Representante do Conselho Municipal de Saúde, Laudicéia Ramos, afirma que denuncia problemas no atendimento à população de Camaragibe há pelo menos dez anos.

“Em Camaragibe, a gestão do SUS é plena. Significa que a verba chega para o município, e o gestor informa que dá cobertura e assistência para os moradores, além de seguir à risca as normas do SUS e da Anvisa. Só que na prática não funciona. E o SUS, o Estado e o governo federal não se preocupam em fiscalizar o uso adequado do dinheiro”, comenta.

Em todas as unidades, não chega material de limpeza há pelo menos quatro meses. Nos postos de Jardim Primavera I e II, os funcionários se revezam para comprar detergente, água sanitária e desinfetante. Já no serviço que atende moradores de Tabatinga I e II, os servidores precisam levar até papel higiênico.

Sem conseguir atendimento, as pessoas terminam procurando o Centro de Especialidade Médica (Cemec), que deveria servir apenas como emergência.

O Sindicato dos Servidores Municipais de Camaragibe, que havia flagrado medicamentos sendo destruídos na unidade de Aldeia, no ano passado, voltou a denunciar o descarte de remédios vencidos, em abril deste ano, na Central de Medicamentos, que fica nas proximidades da prefeitura do município.

Em setembro passado, o conselho encontrou mais medicações vencidas e mofo no Posto de Burrione. Funcionários do local reclamaram da falta de condições de trabalho.

A reportagem do Jornal do Commercio tentou entrar em contato com a secretária de Saúde de Camaragibe, Ricarda Samara, mas o celular dela passou o dia desligado ou fora da área de cobertura.

O JC também tentou falar com o diretor médico do município, Alexandre Cezar. Ele atendeu a reportagem e solicitou que a ligação fosse retornada no fim da tarde. No entanto, depois não atendeu nem retornou as ligações.
FONTE;JORNAL DO COMERCIO 04/10/2011-CIDADES

Publicação do Impunidade Transparente.