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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Confira lista de bancos credenciados para operar o PEConsig

Servidor, saiba quais são as entidades credenciadas pela Secretaria de Administração (SAD) para operar o sistema PEConsig. As instituições abaixo podem oferecer empréstimo consignado com desconto em folha de pagamento.

ENTIDADES:

BANCO BMG, BANCO BONSUCESSO, BANCO CURZEIRO DO SUL, BANCO DAYCOVAL, BANCO DO BRASIL, BANCO GERADOR, BANCO SAFRA, BANCO SANTANDER, BRADESCO FINANCIAMENTOS, BRADESCO S/A, CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, COOPEMATER, FINANCEIRA ALFA, ITAÚ UNIBANCO, PERNAMBUCRED E UNICRED.


Notícias SAD
Fonte:http://www2.sad.pe.gov.br/web/sad/exibir_noticia?groupId=11927&articleId=1406898&templateId=12770

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Sergipe o Estado que tem o segundo melhor salário depois do Distrito Federal começa tudo de novo, o movimento polícia legal começa hoje domingo 16 de janeiro, nenhuma viatura sai se não tiver totalmente legalizada e olha que lá eles cumprem a risca o que eles decidem. Eles também decidiram que ninguém de folga será escalado com diárias ou sem diárias enquanto o governo não enviar projeto a Assembleia legalizando as reivindicações deles.

PMs E BMs DECIDEM QUE VIATURAS SÓ CIRCULARÃO SE ESTIVEREM LEGALIZADAS


Sem acordo com o governo do estado, policiais militares e bombeiros militares se reúnem em assembléia e decidem que a partir deste domingo (16), a “PM terá que cumprir a lei”.

Cerca de dois mil policiais militares e bombeiros militares, estiveram reunidos em assembléia, na tarde deste sábado (15), na sede do Cotinguiba Esporte Clube. Vários assuntos foram discutidos pelas Associações Unidas e de consenso, os militares decidiram tomar medidas duras para chamar a atenção do governo, tudo por conta de um projeto que foi entregue ao governo e que encontra-se engavetado.

PMs e BMs estão em busca de uma definição da carga horária para a classe. Alem disso, no ano passado, governo e Associações Unidas sentaram em uma mesa de negociação e acertaram que seria elaborado pelos PMs e BMs, um projeto constando todas as reivindicações da classe. Isso foi feito no São João, entregue ao governo para que esse fizesse um estudo do que poderia ser atendido e até o momento nada foi resolvido.


A revolta dos militares ficou comprovada na assembléia de hoje, onde mais de dois mil PMs e BMs se fizeram presentes, mesmo o comando geral ter decidido realizar uma mega operação na grande Aracaju. Segundo os dirigentes das associações, “mesmo o comandante ter tentado esvaziar a nossa assembléia, nós conseguimos mostrar que unidos nós somos fortes”, disse um dirigente.

Várias decisões foram tomadas durante a Assembléia, porem uma delas vai chamar a atenção de fato do governador. Os policiais decidiram que a partir deste domingo (16), os militares só sairão para o trabalho ostensivo em viaturas que estiverem legalizadas, ou seja, o estado pode ficar sem segurança, porque segundo as Associações, cerca de 95% das viaturas não estao legalizadas. Dessa maneira, a partir de amanha, deve acabar a “operação visibilidade”.

Outra decisão tomada na assembléia, é que a partir da próxima segunda-feira, todos os cabos e soldados farão requerimento que será encaminhado aos seus comandantes imediatos solicitando o fardamento completo, já que a legislação estadual prevê que o governo do estado tem obrigação de fornecer três uniformes por ano, o que não acontece há mais de três anos.


Ainda durante a Assembléia os PMs e BMs voltaram a confirmar o que já vinham anunciando há vários dias. Ficou decidido também que enquanto o governo do estado não encaminhar a Assembléia Legislativa, o projeto que define a carga horária e a LOB, os policiais militares de folga, não irão trabalhar em eventos como Pré-Caju, Carnaval e Forró-Caju.

Segundo o presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese), sargento Jorge Vieira, “essa Assembleia mostra que a classe está unida e que nós não vamos mais aceitar migalhas. Não precisamos de esmolas. Nós somos seres humanos e merecemos respeito. Não se pode escravizar o ser humano. Não é possível o militar trabalhar acima de sua capacidade, porem é isso que vem ocorrendo com nossos irmãos. As medidas tomadas nessa assembléia, serão seguidas à risca. Se nós fazemos segurança, então temos que trabalhar dentro da legalidade”, disse Vieira.

Para o vice-presidente da Amese, sargento Edgard Menezes, “Mesmo com todo o trabalho feito para esvaziar nossa assembleia, nós conseguimos reunir mais de dois mil militares. Isso demonstra o descontentamento de nossos irmãos com essa modelo de segurança publica que discrimina o policial militar e bombeiro militar. O que nos deixa mais triste, é saber que é exatamente o Partido dos Trabalhadores que persegue e prejudica um trabalhador”, desabafou Edgard.
Fonte: Faxaju

Publicado no Blog de Adeilton9599
http://adeilton9599.blogspot.com/2012/01/sergipe-o-estado-que-tem-o-segundo_15.html

sábado, 14 de janeiro de 2012

A bolsa copa nao será paga, motivo para aderir a bolsa copa o estado terá de pagar a PEC 300 um salário de R$ 3.200,00 e nenhum estado quer pagar esse salário, resultado nenhum estado aderiu a bolsa copa.

Benefício de R$ 550 para policiais dos estados que vão sediar jogos do Mundial já poderia ser pago

Mas nenhum estado aderiu ao programa. Governadores não querem ter de aumentar os salários depois de 2014

Nem só de aeroportos, estradas e estádios precários são feitos os problemas do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014. O principal programa do governo federal de capacitação de policiais e bombeiros que atuarão nas cidades-sede(1) dos jogos está longe de sair do papel. Apesar de que os primeiros repasses referentes à Bolsa Copa, um benefício no valor inicial de R$ 550 pago pela União aos profissionais da segurança enquanto eles estiverem em treinamento, já pudessem ser creditados a partir deste mês, nenhum dos estados onde haverá partidas do Mundial aderiu ao projeto. O empecilho maior é a obrigatoriedade de governadores elevarem o salário de todo o quadro, depois do evento esportivo e quando acaba o incentivo com recurso federal, ao patamar mínimo de R$ 3,2 mil.


Outro entrave vem dos estados que, apesar de não sediarem os jogos, reivindicam o direito de serem contemplados com o benefício. Na avaliação do presidente do Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública, Gustavo Ferraz Gominho, a Bolsa Copa, da forma que está, trará mais problemas do que soluções. “Temos discutido bastante o tema e, hoje, o principal obstáculo para os estados aderirem ao projeto está na condição de arcar com os salários aumentados dos policiais após 2014. Alguns estados têm orçamento para isso, podem se organizar, mas outros não têm a menor condição de assumir tal compromisso. Não acredito que estado algum vá participar da Bolsa Copa da forma como ela foi criada”, destaca.

Ouça entrevista com o presidente do Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública, Gustavo Ferraz Gominho


Diante de tanta pressão, o Ministério da Justiça — que previu atender a mais de 200 mil policiais com a bolsa progressiva, que em 2014 chegaria a R$ 1 mil — não descarta a ideia de modificar as regras do jogo. Secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri destaca como possível solução uma remontagem dos critérios a partir das reivindicações ouvidas em diversas reuniões feitas com os estados. Para tanto, de acordo com o secretário, será necessário também recalcular os gastos da União com o programa, previstos inicialmente na casa do R$ 1 bilhão. “Temos limitações de orçamento, então teremos que conversar mais para chegar a um consenso. Mas vemos como ponto fundamental dialogar com as bases”, pondera Balestreri.

A preocupação com os recursos vem da reclamação dos estados que, no formato atual do programa, não serão beneficiados. E também daqueles que, mesmo contemplados, discordam da ideia de treinar apenas os profissionais que atuarão diretamente no evento. Para Neitonio Freitas dos Santos, vice-presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais da Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros, restringir a amplitude do benefício é enxergar a segurança pública de forma equivocada. “A Copa não se resume às unidades da Federação onde haverá competições. É lógico que Alagoas será impactado, pois o turista que estará no Recife vai querer vir para cá. E aí, como vamos dar apoio? Outra questão é que somos uma corporação. Não adianta ter 15 bombeiros ou policiais preparados para agir diretamente no estádio e o resto estar desqualificado. Defendemos níveis diferentes de capacitação, mas para todos”, diz o comandante dos Bombeiros em Alagoas.

De acordo com o decreto que a criou, a Bolsa Copa estabelece como possíveis beneficiários os policiais civis, militares e bombeiros que atuarão nos eventos esportivos. Tal determinação, segundo Gominho, provocará uma cisão entre as categorias, trazendo inclusive problemas de natureza disciplinar e reivindicações internas. “Nenhum estado vai querer aderir porque sabe dos conflitos que surgirão dentro da instituição dele. Você não pode ter a polícia do Rio e a de São Gonçalo, a de São Paulo e a de São Bernardo. Recife e Olinda, por exemplo, são tão próximas que o turista nem sabe quando passa de uma para a outra. É correto fazer diferenciação, fomentando um nível de policiamento distinto entre os dois?”, questiona o presidente do Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública e também titular da pasta na Paraíba.

A solução, na avaliação de Gominho, cujo estado não sediará os jogos, está na revisão do benefício. “Achamos melhor baixar o valor da Bolsa Copa, desde que atenda a todos, do que dar um valor alto para alguns. Além disso, a União teria que continuar bancando esse incentivo até que os estados tivessem condições de arcar com o ônus. Entendemos como importante que o profissional permaneça recebendo o mesmo valor, até porque ele entra em parafuso se de repente tem o salário reduzido em R$ 1 mil. Aí veremos uma rebelião, um motim, uma greve geral dos policiais”, alerta Gominho. Por enquanto, a revolta vem dos estados, que não aceitam as regras impostas para adesão ao programa. Dessa forma, fica cada vez mais distante o que também era uma tentativa do governo federal de forçar os governadores estaduais a melhorarem os salários dos profissionais da segurança pública.

1 - Os palcos dos jogos
Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo são os estados que terão jogos da Copa do Mundo. Em todos eles, as disputas oficiais ocorrerão nas capitais. Alguns treinos poderão ser feitos em cidades do interior desses estados.

Publicado no Blog de Adeilton9599
http://adeilton9599.blogspot.com/2012/01/bolsa-copa-nao-sera-paga-motivo-para.html

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Policiais militares do RJ ensaiam movimento grevista

A greve dos policiais militares no Ceará inflamou a corporação fluminense. Os PMs do Rio de Janeiro recebem um dos piores salários do país (R$ 1.137) e se inspiram no sucesso dos colegas cearenses para fazer valer suas reivindicações. Cartazes indicando datas entre fevereiro e maio para uma suposta paralisação geral nos quartéis são amplamente divulgados nas redes sociais. Além de um reajuste salarial, os policiais também pedem a revisão da jornada de trabalho da categoria.

Cartaz indigesto

O crescimento do movimento grevista foi catalisado pela revolta da tropa com o novo cartaz espalhado pelos quartéis. A peça, que mostra um policial militar algemado como parte de uma campanha anti-corrupção da corporação, serviu apenas para desmoralizar os agentes.

Vitória

No Ceará, a greve dos policiais militares conseguiu um reajuste de 56% e a incorporação de uma gratificação de R$ 920 ao salário base da categoria com apenas cinco dias de paralisação.

Fonte: Jornal do Brasil

Publicação do Blog Capitão Assumção
http://www.capitaoassumcao.com/2012/01/policiais-militares-do-rj-ensaiam.html

ACS – PE luta pelo Hospital da PMPE

Preocupado com os boatos sobre o Sistema de Saúde dos Militares do Estado de Pernambuco (SISMEPE), o coordenador da Associação dos Cabos e Soldados (ACS – PE), Renílson Bezerra, esteve na manhã desta segunda-feira (09/01), em reunião com o Chefe de Casis, Cel. Ney Ricardo. Existe um projeto foi encaminhado a Secretaria de Defesa Social, com sugestões de mudança no SISMEPE mas que nada foi aprovado ainda e que não confere a informações de que haverá diferenças no tratamento entre oficiais e praças. O coordenador Renílson Bezerra deverá, nos próximos dias, ter nova reunião na SDS, desta vez para tratar exclusivamente sobre o Hospital da PM.

Por: Paula Costa | Jornalista
Foto(s):
Coordenador Renílson, Cel. Ney Ricardo, assessora Silvânia e representante Epitácio


Fonte: ACS-PE
http://www.acspe.com.br/v1/paginas/noticias_ver.php?codigo=001042

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Praias de Pernambuco ganham reforço na segurança

POSTADO ÀS 11:22 EM 05 DE Janeiro DE 2012

Em 2012, o litoral pernambucano oferecerá mais segurança para os seus visitantes. Nesta quarta-feira (04), a Secretaria de Turismo de Pernambuco (Setur-PE) entregou à Secretaria de Defesa Social nove veículos, entre buggys e quadriciclos, que farão o patrulhamento da faixa litorânea de Porto de Galinhas, Maracaípe, Carneiros e Itamaracá a partir da próxima semana.

Em virtude da maior concentração de pessoas, Porto de Galinhas e Maracaípe terão dois buggys e três quadriciclos enquanto as praias de Itamaracá e Carneiros terão um buggy e um quadriciclo cada uma.Os veículos foram locados pela Setur-PE e cedidos à Secretaria de Defesa Social. O contrato de locação é de aproximadamente R$ 155 mil/ ano, podendo ser renovável por mais quatro anos. “O nosso objetivo é proporcionar maior segurança para os frequentadores do nosso litoral”, declarou o secretário de Turismo de Pernambuco, Alberto Feitosa.



Fonte: Blog de Jamildo
http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2012/01/05/praias_de_pernambuco_ganham_reforco_na_seguranca_122009.php

Greves têm como alvo a PEC 300

As greves da Polícia Militar e dos bombeiros no Ceará, encerradas na madrugada de ontem, e a paralisação dos policiais civis, deflagrada na noite do dia anterior, têm em comum o endurecimento da demanda dessas categorias pela aprovação da PEC 300. A proposta prevê o estabelecimento de um piso salarial nacional para a classe e foi aprovada, em primeiro turno, na Câmara dos Deputados, no fim de 2009. A apreciação em segundo turno, no entanto, acordada para logo após as eleições de 2010, não ocorreu.

Inês Romero, presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Estado do Ceará (Sinpoci), afirma que a corporação deve voltar em breve a Brasília para se manifestar pela proposta. "Há muito tempo, batemos nessa tecla e vamos continuar lutando pelos nossos direitos", diz. Segundo ela, que também é diretora da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), as greves seriam uma forma de pressionar pela aprovação da PEC. "Essa atitude dos policiais dá uma sacudida na própria presidente (da República) para que ela enxergue melhor essa questão", defende.

Mas lideranças próximas ao governo federal afirmam que a PEC 300 é inviável e não deve passar pelo crivo da Câmara. "Há uma resistência no Congresso, construída a partir do diálogo com os governadores, de que constitucionalizar um piso não é o caminho", aponta o líder do PT, Paulo Teixeira (SP). Segundo ele, a solução deve ser dada pelos estados, que serão os responsáveis por arcar com o aumento dos gastos. "Não temos a orientação para votar a PEC 300", pontua.

O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), também sinaliza que a proposta não deve ser apreciada em segundo turno pela Câmara tão cedo. "A questão do piso é muito complexa, estão vendendo a PEC 300 como se fosse a solução, mas ainda é preciso discutir muito essa questão", indica. [...]
Fonte: (JÚNIA GAMA - Correio Braziliense)

Publicado no Blog do Capitão Assumção