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segunda-feira, 16 de maio de 2011

ACS - PE: luta não pára


Renílson Bezerra não pára. O coordenador da Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) continua visitando os batalhões e grupamentos da Capital e do Interior do Estado. Na sexta-feira (13/05), ele esteve em Palmares e Vitória de Santo Antão, acompanhado dos diretores Sil Reis e Romero Galindo.

Por: Paula Costa | Jornalista
Diretores da ACS - PE em visita ao Batalhão de Palmares

Grupamento do Corpo de Bombeiros, em Palmares, também recebeu a visita da ACS - PE

Grupamento do Corpo de Bombeiros em Vitória de Santo Antão


Fonte: http://www.acspe.com.br/sub_paginas/menu_noticias/noticias_ver.php?codigo=000917

domingo, 15 de maio de 2011

ASSEMBLÉIA GERAL UNIFICADA É QUINTA-FEIRA, DIA 19/05

A Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS - PE) e demais entidades representativas de policiais e bombeiros militares convidam a todos os PMs e BMs para a última Assembléia Geral Unificada. Será nesta quinta-feira (19/05), às 14h, no Memorial de Medicina (ao lado do Quartel do Derby). Na ocasião, a tropa decidirá os rumos do movimento.


Por: Paula Costa | Jornalista

Fonte: http://www.acspe.com.br/sub_paginas/menu_noticias/noticias_ver.php?codigo=000914

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Saiu no Blog de Jamildo

PSOL vê descaso de Eduardo Campos com a Polícia Militar e com a democracia

POSTADO ÀS 13:17 EM 13 DE Maio DE 2011

Por Edilson Silva

Foi publicado ontem, 12/05, no Diário Oficial do Estado, a decisão do governo estadual de cortar os descontos consignados em favor das associações dos servidores Policiais Militares (informação publicada com exclusividade pelo Blog de Jamildo nesta quinta).

A decisão do governo retroage a 1º de maio, ou seja, há pressa em ver estas associações com seu funcionamento inviabilizado por falta de recursos.

Esta medida do governador Eduardo Campos é uma clara retaliação contra os servidores da Polícia Militar, que estão travando um bom combate em defesa de melhores condições de trabalho, o que se converte naturalmente em melhores serviços à nossa população.

A luta dos policiais militares, dos praças aos oficiais, é justíssima. Reivindicam, desde antes das eleições de 2010, equiparação com a outra força policial do Estado, a Polícia Civil. Fizeram movimentos, passeatas, e o então candidato à reeleição, Eduardo Campos, comprometeu-se em atender suas reivindicações após as eleições. Passado o pleito, os servidores policiais militares foram cobrar a fatura do governador, que criou um grupo de trabalho para apresentar uma proposta. Infelizmente, a proposta apresentada pelo governo não atendia à reivindicação fundamental dos PMs: equiparação com os vencimentos da Polícia Civil. Vejam a paciência da tropa com o governo. Mais de um ano de “negociações”.

Intransigente, o governo resolveu mandar projeto à Assembleia Legislativa fazendo alterações na remuneração dos policiais miitares, sem acordo com suas associações. O Poder Legislativo, infelizmente convertido em anexo do Palácio do Campo das Princesas neste tema, aprovou uma norma que desagradou ainda mais os servidores: extinguiu qüinqüênios e reduziu o adicional de risco de vida, convertendo estes adicionais como parte do “aumento” do soldo. Resultado: nenhuma faixa salarial dos policiais militares alcançou a reivindicação de equiparação com a Polícia Civil, pelo contrário, algumas faixas tiveram prejuízos, redução da remuneração, como os inativos.

Desta forma, o governador impõe aos policiais militares a necessidade objetiva de submeterem-se ao POGV – Policiamento Ostensivo Geral “Voluntário”-, mecanismo que tira o policial de sua vida social com a família e de seus outros compromissos particulares, para trabalhar em seus dias de folga. Impõe, da mesma forma, uma lógica perversa para o PDS – Plano de Defesa Social-, em que os batalhões recebem “incentivos” pecuniários pela redução da criminalidade em suas respectivas áreas. O incentivo pecuniário não é ruim em essência, mas deixa de sê-lo quando passa a ser parte do ganha-pão básico dos policiais. O PDS deveria ser administrado como um plus.

Para piorar a situação, a mesma norma votada pela Assembleia garantiu somente aos coronéis a equiparação com a Polícia Civil, ou seja, salários equivalentes aos delegados especiais, num aumento que ultrapassa a casa dos 30%. Esta atitude foi uma prova de insensibilidade do governo e dos deputados, todos eles, que votaram neste absurdo. Foi uma afronta, uma quebra do escalonamento vertical dos salários da corporação. O governo, com isso, busca claramente uma conflagração entre o alto comando e os comandados da Polícia Militar de Pernambuco. Chega a ser irresponsável.

A reação dos policiais militares não poderia ser outra que não a manutenção da sua operação padrão, que significa exigir que o trabalho de policiamento seja realizado dentro dos padrões éticos e de segurança mínimos exigidos pelas normas e regulamentos.

A sociedade ainda não sabe disto, e é estranho a imprensa não ter divulgado ainda amplamente, mas as viaturas da Polícia Militar, segundo as associações, estão em mais de 90% com seus seguros obrigatórios e IPVA vencidos. Estes veículos não são patrimônio do Estado, são veículos alugados a uma empresa privada. Que autoridade ética tem um policial militar para cobrar dos cidadãos quando o veículo que ele trabalha está fora da lei¿

Além disso, a maioria dos trabalhadores quando sai de manhã de casa para trabalhar olha seus filhos, seus familiares, e diz um até logo com bastante convicção. Os policiais militares, sobretudo os que fazem trabalhos externos, não o fazem com tamanha convicção, por motivos óbvios. Então, como cobrar destes policiais que, além de arriscarem a vida (recebem um adicional de risco de vida de R$ 400,00 por isso) pela natureza de suas funções, ainda saiam para as ruas com viaturas quebradas, com pneus carecas, sem retrovisor e sabe-se lá que tipos de problemas mais¿

Portanto, é inaceitável por parte da sociedade democrática em que vivemos a atitude do governo em retaliar as associações de policiais militares, cortando-lhes o desconto em folha de seus associados. Esta atitude foi muito criticada no governo de Jarbas Vasconcelos, que cortou as consignações de entidades sindicais como o SINDIFISCO e o SINTEPE. Trata-se de um expediente, venha de quem vier, truculento, antidemocrático e antirepublicano.

A sociedade em geral deve reagir contra isto. Os sindicatos de servidores, em particular, devem nesta hora unir-se contra esta arbitrariedade, pois todos estão vulneráveis a esta prática. Ao governador, cabe reabrir negociações sérias com os policiais militares e cobrar da empresa privada que tem contrato milionário com o Estado que disponibilize veículos compatíveis para atender à população. Às associações dos policiais militares, parabéns pela luta e pelo belo exemplo de civilidade que estão dando. A nós do PSOL, como partido de oposição popular e responsável ao governo, cabe estar neste papel, ao lado das reivindicações da população e exigindo publicamente as soluções para as demandas mais sentidas do nosso povo.

Presidente do PSOL-PE

http://twitter.com/#!/EdilsonPSOL

http://www.edilsonpsol.blogspot.com/

Fonte: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/05/13/psol_ve_descaso_de_eduardo_campos_com_a_policia_militar_e_com_a_democracia_100652.php

Atitude antidemocrática: Governo cancela código de desconto das entidades

Lamentável. O Governo do Estado publicou nesta quinta-feira (12/05), portaria através da qual cancela o código de desconto de diversas entidades representativas, dentre elas a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE). Uma atitude antidemocrática e de retaliação à Operação Polícia Legal, realizada pelos policiais e bombeiros militares e liderado pelas associações.



Apesar da decepção, a ACS – PE continuará com a operação, visitando os quartéis e convocando a tropa a participar da mobilização, sempre de maneira ordeira e pacífica. Cada vez mais, as unidades da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar estão aderindo ao movimento, fortalecendo a nossa luta em busca de melhores dias para PMs e BMs

Por: Paula Costa | Jornalista



Fonte: http://www.acspe.com.br/sub_paginas/menu_noticias/noticias_ver.php?codigo=000913

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Publicação do Blog Impunidade Transparente

Movimento dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias de Camaragibe-PE em Frente a Câmara de Vereadores



Movimento dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias de Camaragibe-PE em Frente a Câmara de Vereadores


Os Agentes de Endemias de Camaragibe-PE,fizeram um ato público hoje,em frente a Câmara de Vereadores do Município,buscando apoio do Legislativo,que,infelizmente,não houve..O Legislativo municipal é amarrado à gestão por meio de favoritismo e influência.Após o presidente do Sincase,Roberto Penides protocolar documento com as reinvindicações,os profissionais da saúde caminharam até a prefeitura com carro de som,na tentativa de serem atendidos pela secretária de saúde,que simplesmente após olhar da janela de sua sala,fechou as cortinas,e não se prontificou à receber uma comissão para negociar,comprovando o tremendo descaso dessa administração.Os profissionais resolveram por uma paralização de advertência de 24hs. Participaram do evento Representantes de Bairros,Sisemcg,Sindguardas CMS e usuários da saúde.

Fonte: http://impunidadetransparente.blogspot.com/2011/05/movimento-dos-agentes-comunitarios-de.html

Saiu no Blog de Jamildo

Judiciário em greve

Magistrado julga greve do Judicário legal, mas impõe restrições ao movimento

POSTADO ÀS 14:21 EM 12 DE Maio DE 2011

Saiu o julgamento a respeito da legalidade da greve dos servidores do TJPE. O desembargador Francisco Bandeira de Melo determinou o funcionamento de metade do efetivo funcional e requereu a garantia de atendimento às matérias de natureza urgente. Além disto, fixou multa para o caso de descumprimento, mas quando analisou o argumento principal da ação, em que o TJPE pedia a decretação da ILEGALIDADE da greve, não atendeu o pedido.

Ante o exposto, e em síntese conclusiva, defiro, em caráter PARCIAL, a antecipação de tutela requerida pelo Estado (posto que denegada a pretensão fazendária de reconhecimento liminar da abusividade da greve, com o consequente decreto de encerramento), para o fim de:

(i) determinar o imediato cumprimento, pelos Sindicatos e pela Associação requeridas, das seguintes providências:

(a) manutenção em atividade, ao longo do período de greve, de pelo menos 50% (cinquenta por cento) da força de trabalho composta por servidores efetivos;

(b) manutenção dos serviços de distribuição e protocolo geral de petições;

(c) garantia de atendimento, encaminhamento e processamento de todo e qualquer expediente urgente, que possa causar dano grave ou de difícil reparação à parte, em procedimento que venha a ser distribuído ou que já esteja em curso em qualquer das unidades judiciárias do Estado de Pernambuco;

(ii) fixar em R$ 20.000,00 (vinte mil reais) por dia, o valor das astreintes a serem suportadas por cada uma das entidades demandadas, para a hipótese de descumprimento das determinações exaradas por esta relatoria nesta sede liminar;

e (iii) declarar que o Estado de Pernambuco, por intermédio da administração do Tribunal de Justiça, tem o poder-dever de promover o desconto da remuneração dos dias não-trabalhados (no todo ou em parte) pelos servidores engajados no movimento grevista. Intime-se o Estado de Pernambuco do inteiro teor deste decisum por meio de publicação no Diário da Justiça eletrônico. Para fins de formação do competente contraditório, promova a Diretoria Cível, por mandado,

(i) a citação dos demandados, nas pessoas dos seus respectivos representantes legais, nos endereços declinados na inicial, para contestarem a presente Ação Cível, no prazo legal;

e (ii) a intimação dos demandados do inteiro teor da presente decisão interlocutória. Por fim, seja porque o teor desta interlocutória desafia a interposição de Agravo Regimental por todas as partes (tanto pelo Estado quanto pelas entidades demandadas, representativas dos servidores), seja porque o prazo para oferecimento de contestação é comum, deve a Diretoria Cível manter os presentes autos em cartório, de modo a viabilizar o acesso respectivo a todas as partes interessadas, facultando-se-lhes, por óbvio, a produção das cópias que desejarem.

Publique-se. Recife, 12 de maio de 2011.

Des. Francisco Bandeira de Mello Relator convocado .

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO GABINETE DO DES. FRANCISCO BANDEIRA DE MELLO

CORTE ESPECIAL 1 ACO Nº 0242698-4

Poder Judiciário TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO 2.ª CÂMARA CÍVEL
Fonte: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/05/12/magistrado_julga_greve_do_judicario_legal_mas_impoe_restricoes_ao_movimento_100538.php
DIRIGIR VIATURA DE POLÍCIA NÃO É COISA FÁCIL: VEJA O QUE ACONTECE QUANDO UM PM SE ENVOLVE NUM ACIDENTE DE TRÂNSITO COM A VIATURA DA POLÍCIA MILITAR.

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