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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

INFORMAÇÃO

O blog do aureliopm ficou sem postagens estes dias por problemas de conexão,ou seja manutenção na Operadora que ainda não foi resolvido. Logo que se normalize volto as publicações.

Agradeço.

Aurélio.

CONVOCAÇÃO

ASSEMBLÉIA UNIFICADA: PMS E BMS COMPARECEM EM MASSA E MARCAM NOVA ASSEMBLÉIA PARA 1º DE MARÇO

Polícia unida, jamais será vencida. A tropa não decepcionou e compareceu. Um momento histórico. Terminou agora a Assembléia Geral Unificada, do soldado ao coronel, da Polícia e Corpo de Bombeiro Militar. Aproximadamente 700 ou 800 pessoas compareceram a Praça do Memorial de Medicina e decidiram, por unanimidade, realizar nova Assembléia no próximo dia 01 de março (terça-feira), no mesmo local, a partir das 16 horas, com caminhada rumo ao Palácio do Governo.

A decisão de um novo encontro foi tomada com o objetivo de fortalecer ainda mais o movimento. A meta é que todos compareçam, fardados e desarmados. O coordenador da Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS - PE), Renílson Bezerra, destacou a importância da tarde de hoje (24/02). Sem dúvidas, foi uma resposta a ausência de posicionamento do Governo do Estado que fez diversas promessas e nada cumpriu.

Importante destacar que esta foi a primeira Assembléia Geral Unificada da história das Corporações pernambucanas. Participação de praças e oficiais, numa demonstração clara de que a insatisfação tomou conta de todas as graduações e postos.

Eles foram representados pelas seguintes entidades: Associação dos Cabos e Soldados (ACS – PE), Associação dos Militares Estaduais (AME – PE), Associação dos Subtenentes e Sargentos (ASSPE), Força Única, União dos Militares do Brasil (UMB) e Associação dos Oficiais (AOPM).

Basta de perdas salariais, com pagamentos de gratificações. Somos o elemento nº 01 em combate a violência e doamos nossas vidas pela sociedade e nossa família fica a mercê da miséria, sem o devido reconhecimento.

Por: Paula Costa | Jornalista
Policiais e bombeiros militares lotaram a Praça do Memorial de Medicina

Aproximadamente 700 pessoas compareceram a Assembléia Geral Unificada

Coordenador da ACS - PE Renílson Bezerra falando para o público

Entrevista coletiva para a imprensa

Diretores e representantes da ACS - PE



Fonte: http://www.acspe.com.br/sub_paginas/menu_noticias/noticias_ver.php?codigo=000833

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

PEC 300 fica para março


Reajuste de policiais voltará a ser debatido na Câmara em março
Comissão tentará desatar nó em torno do piso nacional da categoria, que pode gerar despesa de R$ 43 bilhões.

Engavetada desde o ano passado na Câmara, a Proposta de Emenda Constitucional que cria um piso nacional para os salários de policiais militares e bombeiros (PEC-300/08) deverá voltar aos corredores do Legislativo em março, com a criação de uma comissão especial anunciada pelo presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), e que prevê a participação de governadores.

"Já está definida, vai acontecer", afirma o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), autor da proposta. Ele se diz convencido de que a utilização de um fundo com repasses da União é a melhor alternativa para a PEC ter apoio dos governadores. Mas ressalta que "temos que começar toda a negociação novamente, teremos que trabalhar", falando sobre como deverão se dar as discussões em um Congresso agora renovado.
A PEC-300 é cercada de polêmica devido aos custos que um reajuste geral pode causar aos cofres federal e estaduais. Estima-se que ela teria um impacto nas contas total de R$ 43 bilhões O piso imaginado pelo projeto era vinculado à remuneração dos militares do Distrito Federal - R$ 4 mil para cabos e R$ 9 mil para tenentes -, a mais alta do país.

A ideia da criação de um fundo de recursos federais veio a partir da pouca capacidade alguns governos estaduais arcar com esses custos. A Secretaria de Segurança Pública do governo de São Paulo gastou, em 2010, R$ 3,2 bilhões com remunerações de militares.

O piso no estado, atualmente, é de R$ 2,2 mil. Já no Rio de Janeiro, se vê um dos pisos mais baixos do país, de R$ 950, enquanto em Sergipe um militar aspirante ganha, em média, R$ 3,1 mil.

Interferência zero

Faria de Sá alega, no entanto, que os custo da PEC não interferirão no corte de R$ 50 bilhões do Orçamento anunciado pelo governo, sendo descontados apenas nas contas da União em 2012. Após alterações, o atual texto da proposta não cita valores para o piso, nem o modo de aplicação do Fundo, o que serão definidos por Projeto de Lei do governo até 180 dias depois de aprovação pelos senadores.

Para o presidente da Associação de Defesa dos Policiais Militares do Estado de São Paulo (Adepom), coronel Luiz Carlos Nogueira, hoje a PEC 300 está "completamente alterada da original", e para pior. "Não traz mais vantagens para a polícia".

A PEC já foi aprovada na Câmara em primeiro turno, em 2010, com apoio dos 349 deputados presentes na votação, mas desde então segue parada na pauta.

"O governo impôs uma série de mudanças ao texto, e sua pressão é muito forte contra o debate", diz o presidente da Associação dos Oficiais Militares Estaduais do Brasil (Amebrasil), coronel Abelmidio de Sá Ribas.

Segundo ele, as alterações no texto e no governo tornam o futuro da PEC "uma incógnita". Ribas acha que um acerto entre militares e governos estaduais é improvável. "É obvio que eles vão resistir à aprovação."

Fonte: Brasil Econômico, Papo de PM, Blog da Renata,

Acabou o prazo e policiais e bombeiros estão em alerta: Assembléia Geral Unificada acontece nesta

Está chegando a hora da Assembléia Geral Unificada. Em respeito aos companheiros e companheiras e toda a família policial e bombeiro militar, a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) vem mui respeitosamente declinar sobre as reivindicações feitas ao Governo do Estado, desde o ano passado.

Havia uma promessa de que as negociações salariais seriam retomadas no último trimestre de 2010, logo após as eleições. A ACS – PE, juntamente com as demais entidades representativas, cobrou um posicionamento e foi criada uma comissão de negociação. Tal comissão seria responsável pelo recebimento das reivindicações e teria o prazo de 90 dias para apresentar uma proposta definitiva.

As associações pediram ao Governo que fosse revista a questão da forma de pagamento a principal reivindicação era um valor justo, o qual pudesse ser repartido com todos (Ativos e Inativos) e não as gratificações. Foi apresentada uma pauta única com o valor em forma de subsídio para que nós não perdêssemos na reforma.

Muitos desafios foram enfrentados, durante esse período. Fomos proibidos de entrar nos quartéis para conversar com a tropa sobre as negociações e os longos prazos. Apesar de, através da Imprensa, o secretário de Defesa Social garantir que as portas estavam abertas. Até o momento, o mesmo jamais nos recebeu para uma reunião.

Em encontro com a comissão da Secretaria de Defesa Social, foi prometido as entidades que até o dia 23 de fevereiro, o Governo do Estado daria resposta quanto as reivindicações apresentadas. Até o momento, silêncio. Todos os prazos foram respeitados mas, diante da falta de posicionamento por parte do Governo do Estado, será realizada uma Assembléia Geral Unificada nesta quinta-feira (24/02), a partir das 15h, na Praça do Memorial de Medicina.

Toda a diretoria da Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) estará presente. O momento é de união e contamos com a presença de todos. Não há mais o que esperar.

PROPOSTA:

http://www.acspe.com.br/pdf/projeto_subsidio.pdf

http://www.acspe.com.br/pdf/proposta_pmebm.pdf

REUNIÃO NA SDS

http://www.acspe.com.br/sub_paginas/menu_noticias/noticias_ver.php?codigo=000772

PRONUNCIAMENTO DO SECRETÁRIO DE DEFESA SOCIAL NA RÁDIO CAPIBARIBE

http://www.acspe.com.br/sub_paginas/menu_noticias/noticias_ver.php?codigo=000750


Por: Paula Costa | Jornalista

Policiais fazem greve de 72 horas e exigem aumento


Policiais civis do Distrito Federal paralisam por 72 horas

Da Agência Brasil

Brasília - A partir das 8h desta quarta-feira (23), os policiais civis do Distrito Federal (DF) paralisam suas atividades por 72 horas. A greve temporária foi decidida em assembleia da categoria na noite de ontem (22).

Os policiais reivindicam a reestruturação da carreira de policial pelo governo federal e um aumento salarial de 28%, segundo o Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF).

O presidente do Sinpol-DF, Wellington Luiz, afirmou que a classe concedeu todos os prazos ao governo para que atendesse às suas reivindicações.

Edição: Aécio Amado

Fonte:http://www.capitaoassumcao.com/2011/02/policiais-fazem-greve-de-72-horas-e.html